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28.04.2017

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«Romeu e Julieta Para Dois», a partir de William Shakespeare


A:28.04.2017

Città: Braga

Dove: Theatro Circo de Braga

Produção e encenação do IDEA Theater Group, com interpretação de Athina Moustaka, Konstantinos Bibis e Kosta Gakis, música de Kostas Gakis, figurinos de Elli Lidorikioti, desenho de luz de Sakis Birbilis, cenografia de Athina Moustaka e Konstantinos Bibis.'Romeu e Julieta' é a maior e mais trágica história que jamais existiu. A adaptação consiste em dois protagonistas que voltam atrás no tempo como fantasmas, aparecendo como uma explosão, como duas estrelas cadentes que desaparecem. Eles viajam no tempo e vestem-se como todas as personagens da peça, para nos transmitir a paixão duradoura de dois amorosos adolescentes.

 

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«À Manhã», de José Luís Peixoto - pelo Filandorra


A:28.04.2017

Città: Vila Real

Dove: Teatro de Vila Real

Produção D - Teatro do Nordeste, com texto de José Luís Peixoto, encenação e espaço cénico de David Carvalho, interpretação de Silvano Magalhães, Anita Pizarro, Helena Vital, Sofia Duarte e Bruno Teixeira, assistente de encenação de Bibiana Mota, produção musical de Márcio Morais, luz de Pedro Carlos, som de Gonçalo Fernandes.Numa aldeia envelhecida e desertificada do interior do país, cinco personagens, três mulheres e dois homens, dão corpo aos seus próprios desejos e receios, numa 'viagem' pelo tempo das estações: as Primaveras e os segredos, os enganos e o Verão, os beijos nunca dados e o Outono onde se retarda o último frio.

 

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«Muros», by Né Barros


A:29.04.2017

Città: Porto

Dove: Teatro Nacional São João (TNSJ)

Coprodução Balleteatro / TNSJ, with direction and choreography by Né Barros,music by Alexandre Barros Soares, coreography by João Mendes Ribeiro, light design by José Álvaro Correia, excerpts of texts by Paul Celan, text and consulting of Eugénia Vilela, interpretation by Ana Deus, Bruno Senune, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Gonçalo Cabral, Joana Castro. Cartography, landscape, place, boundary, danger zone - themes that h donimates the dance of Né Barros and cross multiple works of the choreographer, of 'Vooum' (1999) and 'No Fly Zone' (2000) the 'Estrangeiros' (2012) and 'Landing' (2013). Ideas that seem now disturbing resonances in our present, marked by figures of the refugee, the exiled and displaced, and by the growing political anxiety on hold and expel the foreigner. Spectacle that TNSJ presents in absolute début in the Festival DDD, 'Muros' focuses in particular on these barriers-visible and invisible, and virtual materials-which impose a distance and a stillness: stone walls and wire, transparent walls or made by water, psychological walls ... A scenic device that separates the bodies, the show summons - tells us Né Barros-'images and conflict zones and resistance', in which the sound and the voice seem to be the only vehicle able to go 'messages of love or hate, resilience or withdrawal'.

 

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«Yo-Yo» - Ana Manso


A:07.05.2017

Città: Porto

Dove: MAC de Serralves

'Yo-yo' é a primeira exposição individual numa instituição museológica da jovem pintora portuguesa Ana Manso. A mostra apresenta pinturas recentes e dois murais executados diretamente nas paredes da Galeria Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de Serralves – espaço que a artista observou meticulosamente e que durante algum tempo se transformou num seu ateliê temporário. As pinturas de Manso apresentam sofisticados jogos entre figura e fundo, opacidades e transparências e exploram as tensões entre abstração e figuração através do recurso a referentes concretos, que a artista recolhe das mais diversas fontes, desde pormenores arquitetónicos e decorativos que encontra na paisagem urbana, imagens recolhidas em revistas e livros, detalhes de pinturas e desenhos alheios.'Yo-yo' é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por Ricardo Nicolau, curador e adjunto da direção do Museu.Exposição integrada no programa Projetos Contemporâneos - uma plataforma dinâmica para a apresentação de obras de artistas, emergentes ou estabelecidos, que desenvolvem em diferentes disciplinas novas formas de arte relevantes para uma geração mais jovem.

 

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«A Time Coloured Space» - Philippe Parreno


A:07.05.2017

Città: Porto

Dove: MAC de Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'A Time Coloured Space' (Um espaço da cor do tempo), uma grande exposição do artista francês Philippe Parreno, a sua primeira mostra em Portugal. Comissariada por Suzanne Cotter, Diretora do Museu, a exposição ocupará todas as treze salas do Museu, estendendo-se pelos dois pisos e expandindo-se ainda para o Auditório.A exposição é estruturada segundo o modelo matemático da fuga e concebida em torno da ideia de contraponto, ou ritournelle, um princípio segundo o qual uma determinada passagem é repetida em intervalos regulares numa peça ou arranjo musical, para dar significado à composição. Regendo-se por um método semelhante, A Time Coloured Space é determinada não pelos seus 'objetos”, mas pela cadência e o ritmo do aparecimento destes. A exposição inclui alguns dos trabalhos mais emblemáticos de Parreno, criados desde os anos 1990 até aos nossos dias, assim como obras recentes concebidas especificamente para este contexto.Através da sua prática artística, Parreno tem redefinido a experiência da exposição, explorando as possibilidades desta como um 'objeto' coerente e um meio em si próprio, e não uma mera coleção de obras individuais. Para isso, Parreno concebe as suas exposições como um espaço com um guião, no qual se desenrolam eventos. Enquadrando-se no conceito filosófico de Gilles Deleuze expresso em Différence et répétition [Diferença e repetição] (1968), cada uma das treze salas da exposição é uma recorrência da anterior, diferenciando-se apenas pelas variações de cor e de disposição. Ao introduzir estas variáveis recorrentes, Parreno leva o princípio do ritournelle para além do seu entendimento musical, transportando-o para aquilo que Deleuze descreveu como 'uma repetição da diferença”. Como o passado e o futuro estão inscritos no presente, a exposição torna-se um autómato, uma fábrica onde são projetadas estas variáveis, uma forma de imitação que se transforma numa nova invenção.Entre os trabalhos apresentados encontramos Speech Bubbles (1997 até à atualidade), balões de hélio com a forma de balões de fala da banda desenhada. Vazios de palavras, juntam-se e pairam no teto do espaço que ocupam. A exposição inclui também Fraught Times: For Eleven Months of the Year it’s an Artwork and then December it’s Christmas (2008 -2016), uma série de esculturas em alumínio, moldadas como árvores de Natal.Também estarão expostos mais de 200 desenhos a tinta criados por Parreno entre 2012 e 2016, assim como o conjunto de serigrafias intitulado Fade To Black. O espaço será ainda pontuado por uma série de objetos de luz: AC/DC Snakes e Happy Ending.Uma obra recentemente incorporada na Coleção de arte contemporânea do Museu de Serralves - o espetacular trabalho de luz Marquee (cluster) - será instalada no foyer do Auditório. O Auditório do Museu será transformado numa forma de cinéma en permanence.

 

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«Chama Xamânica» - Otelo M. F.


A:15.04.2017

Città: Porto

Dove: Culturgest Porto

The exhibition 'Chama Xamânica' presents to a broad public and in a extensively way the work of Othello M. F., kept still relatively unknown although some amazing and appearances in Portugal or abroad (Algarve Visionário, Excêntrico e Utópico, Museu Municipal de Faro, 2010; Instruments of quasi-null consequence, Galeria Clages, Colónia, 2014; Interface Makonde e Oracular Spectacular, desenho e animismo, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães, em 2013 and 2015, respectively; Le lynx ne connaît pas de frontières, Fondation D'Enterprise Ricard, 2015). In work of Othello M. F. (Almancil, 1974), whose artistic performance was made outside of any formal context, the drawing, sculpture and objects constitute the core of a work in which the performance and ritual are established as modes of driving energies, summon presences, articulate materialities. Animism, primitivism, shamanism, metamodernism, anthropocene are operational fields of knowledge summon by the artist in a work often driven by disappointment and by the sense of irreversible loss of a world in an environmental collapse (The damage is done) and who lost connections with the spirit of the land and the knowledge cultivated by the ancestors. Movement, metamorphosis, transience, development of ideas that don't have body, collect and reuse materials often treated as leftovers, in urban or natural context, establish links or unusual dialogues between materials and shapes, are keywords in a very wide practice, which states that 'the artwork serves to claim our spiritual existence'.

 

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«Álvaro Siza Vieira: Visões de Alhambra»


A:28.05.2017

Città: Porto

Dove: MAC de Serralves

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira. Esta exposição, anteriormente apresentada no Aedes Architecture Forum, Berlin (2014), no Vitra Design Museum, Weil am Rhein, Alemanha (2014), no Patronato de la Alhambra y Generalife, Granada (2015), no Nasjonalmuseet - Arkitektur, (2015) e este ano no Aga Khan Museum, Toronto (2016), apresenta os desenhos e as maquetas que o arquiteto produziu enquanto concebia aqueles equipamentos, permitindo um acesso privilegiado ao processo criativo do arquiteto.A Alhambra, localizada em Granada, Espanha, é um rico complexo palaciano e fortaleza que alojava a corte do Reino de Granada. Exibe alguns dos mais famosos elementos da arquitetura islâmica na Europa, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins. Álvaro Siza foi muito influenciado pelas visitas desde criança a Granada, e especificamente a Alhambra, principalmente pela sua particular fusão entre paisagem natural e artificial, pelas qualidades espaciais únicas dos seus pátios, a articulação singular de volumes, a importância dos jogos de luz e sombra.

 

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«Máscaras Contemporâneas: "Os Espectadores"» - Fernando Moreira


A:29.05.2017

Città: Vila Real

Dove: Teatro de Vila Real

Fernando Moreira (1968, Porto) é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É também actor, encenador e dramaturgo. Trabalhou em diversas estruturas de teatro, como Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II, TEP, Seiva Trupe, Visões Úteis, Panmixia, Culturgest, Teatro Académico Gil Vicente, entre outras. Trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho, Nuno Cardoso, Giorgio Barbieri Corsetti, Júlio Castronuovo, Nuno M Cardoso, António Feio, Paulo Castro, Nino Mangano, Norberto Barroca, entre outros. Interpretou alguns dos clássicos da dramaturgia universal e vários autores contemporâneos. É co-fundador da Astro Fingido, Associação Cultural.

 

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